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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Vocabulário Ambiental Infantojuvenil disponível em pdf

 


A publicação Vocabulário Ambiental Infantojuvenil pode ser baixada online.


 

Usando linguagem simples e ilustrado com desenhos feitos por crianças, o Vocabulário Ambiental Infantojuvenil foi pensado para popularizar os termos e conceitos da área para crianças e adolescentes e podem ser usados em sala de aula. O livro não é comercializado e a versão eletrônica está disponível gratuitamente em formato PDF.


 

A obra de Otávio Borges Maia e Tino Freitas conta com 100 verbetes ilustrados divididos entre 5 grandes temas: biodiversidade, clima, energia, poluição e sustentabilidade. As ilustrações foram feitas por alunos da Escolinha da Criatividade e do Centro Educacional Maria Auxiliadora, ambos da capital, e pelos participantes do Projeto Roedores de Livros, de Ceilândia, no Distrito Federal.
 
 

Também há desenhos premiados nos concursos infantis da Fundação SOS Mata Atlântica, da Bayer com o Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) e do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Espírito Santo. A resenha do livro foi feita pelo Prof. Mario Sergio Cortella.
 

Os verbetes ilustradas contêm as definições técnicas e as lúdicas. Por exemplo, a definição técnica de “espécie nativa” é:
 
“Espécie própria de uma região ou que existe originalmente nela. Por exemplo, a seringueira é nativa do Brasil, mas só da Amazônia. Se plantada em outra região, vira espécie exótica. E o mico-leão-da-cara-dourada? Também é nativo do Brasil, mas só da Mata Atlântica do sul da Bahia, de onde é endêmico”.

 

Na definição lúdica, a linguaguem é bem mais direta e simples: “Espécie nativa: bicho ou planta que vive naturalmente numa determinada região”.
 
 

O Vocabulário Ambiental Infantojuvenil é uma publicação do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict/MCTI), com cooperação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e apoio do Jardim Botânico de Brasília, vinculado à Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Distrito Federal.

Fonte: O Eco


segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Roupa de Festa eco-friendly !!!!

 

Conscious Exclusive
Conscious Exclusive
Conscious Exclusive
Conscious Exclusive
Conscious Exclusive


Agora comentem que não gostaria de usar um modelo desses ??? Um luxo, sustentável e criativo.

Fonte: Verdinho Basico

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Scrappers da SustentArtEco!






A cada dia que passa estamos refletindo e nos preocupando mais em evitar o excesso de resíduos no meio ambiente. 

Para nos ajudar, atualmente o mercado tem investido em papeis recicláveis de alta qualidade.


Reutilizar e reciclar com capricho é um trabalho agradável, basta usarmos a criatividade, originalidade e a praticidade.

No caso, os cartões e convites de scrap reciclado são simples e jeitosos cortes de papeis dando efeito 3D ao acabamento do cartão, convite ou uma capa.


Dizem que de artista todos temos um pouco. Como não queremos fugir à regra, tornamo-nos scrappers e, acreditamos ser mesmo artistas! rsrsrs!

Esperamos despertar seu desejo de conhecer o nosso trabalho!

Obrigada pela visita! Volte sempre!

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Descanso eterno e ecológico


Enterro ecológico dispensa o caixão de madeira

Muitos conhecem a máxima “do pó viemos e ao pó voltaremos”, mas nos Estados Unidos cada vez mais pessoas acreditam que este processo de voltar à terra deveria ser muito mais respeitoso com o meio ambiente

Como ainda não é moda no Brasil, a SustentArtEco coloca essa matéria a título de informação, já que existem maneiras de enterro ecologicamente correta em vários lugares do mundo.
 
É curioso esse assunto pois a princípio poderíamos pensar que o enterro tradicional não prejudicasse tanto o meio ambiente.
 
 
(fonte:blogcaiçara)
 
Mesmo após a morte, as pessoas podem demonstrar uma postura ecológica. Os enterros naturais - aqueles que eliminam na medida do possível a utilização de caixões e produtos químicos nas técnicas de embalsamamento – estão ficando famosos no mundo, em especial nos Estados Unidos, e demonstram que morrer não é mais pretexto para poluir.

Segundo a empresa Green Burial Council, dedicada à promoção de enterros ecológicos, nos sepultamentos praticados nos EUA tradicionalmente são empregados a cada ano 82 mil toneladas de aço, 2,5 mil toneladas de bronze e cobre e 1,4 milhões de toneladas de cimento para manter os túmulos.
 
 
Outros dos problemas ambientais causados pelos enterros são os líquidos desprendidos pelos corpos. Os processos de embalsamamento supõem resíduos de até 3,1 milhões de litros de fluídos baseados em um componente que a Agência para a Proteção do Meio Ambiente dos EUA qualifica como 'provável agente cancerígeno'. Este líquido pode acabar se infiltrando nos lençóis freáticos, e além disso, oferecem riscos para os trabalhadores dos cemitérios, afirma a Green Burial Council.

 
Nos cadáveres, também se encontram em muitos casos obturações dentais de amálgama metálica, que são extremamente poluentes para o meio ambiente porque contêm mercúrio e, em determinados casos, marca passos, que levam acopladas pilhas elaboradas com elementos também muito prejudiciais para o meio ambiente. Outros serviços funerários como a tanatoestética - a arte de maquiar os mortos - utilizam pequenas porções de formol, um produto altamente tóxico.

Na construção de um caixão convencional de madeira maciça, é preciso uma árvore, enquanto com o papelão seria possível fabricar 100 caixões com o mesmo impacto ambiental. Na Europa, um milhão de árvores são cortadas anualmente para fabricar ataúdes convencionais, embora a madeira mais prezada para este fim seja o mogno, que demora 50 anos para crescer.
 
 
Opção natural
 
A alternativa mais ecológica de enterro é voltar à terra de forma mais natural, sem caixão nem embalsamamento, uma opção que, por enquanto, nos EUA só é possível em alguns poucos cemitérios. Um enterro 'verde' também pode ser muito mais econômico para as finanças das pessoas próximas dos falecidos.

Enquanto em um funeral tradicional só o caixão de madeira pode custar US$ 8 mil, os enterros ecológicos custam entre US$ 300 e US$ 4 mil, dependendo do preço do solo do túmulo. Mas para aqueles aos que acham que ser enterrado sem caixão é algo muito extremo, uma boa opção são os caixões biodegradáveis. As cremações, realizadas tradicionalmente em grande parte da Ásia e que entraram no mercado ocidental com muita reticência são, a cada dia, mais solicitadas. Mas as emissões de gases das incineradoras, principalmente pelos elementos tóxicos usados na fabricação dos caixões,
 também prejudicam o meio ambiente.                              Neste projeto, apenas a cápsula biodegradável é cremada

                                                                                                                                                         
 
 

 
A solução que algumas empresas oferecem, como a espanhola 'Limbo', é manter o caixão tradicional de madeira, mas com uma cápsula biodegradável em seu interior, que é a que se introduz no forno crematório. Esta cápsula é elaborada com derivados da madeira ou aglomerados e com fechaduras da própria madeira.
Para Jordi Requena, responsável da empresa 'Limbo', 'quando há um casamento se aluga um carro lindo, mas não se compra. O mesmo pode ser feito com o caixão, desta forma estaríamos evitando a contaminação e o desmatamento'.
                                                                        
                                                                                                                                                               A urna para as cinzas derrete na água e não polui
 
 
A Limbo também comercializa urnas biodegradáveis para as cinzas, que não utilizam resinas e são elaboradas com sal e gelatina - que se desfazem na água - e terra. São novos modelos de urnas totalmente inofensivas para o meio ambiente, e ideais para famílias que optarem por jogar as cinzas do falecido no mar.
Para outros usos, a Limbo criou modelos específicos, entre eles urnas feitas com areia de praia ou fabricadas com terra vegetal à qual se incorpora uma semente de árvore, como antecipação da cadeia de retorno.

Outra forma é o  Eco enterro - Urna funerária ecologica (fonte:choqueverde)
 

A cremação e enterros naturais estão se tornando mais populares em várias partes do mundo. Uma nova abordagem sobre o “Abraçador de Árvores” que foi proposto pela Índia pelo design industrial Margaux Ruyant como uma forma cuidadosa para lembrar o falecido, incorporando suas cinzas em um memorial árvore viva.
 
Poetree é um anel de cerâmica com um receptáculo de cortiça para cinzas e uma abertura no topo de uma árvore para brotar.
 

 

O Poetree é colocado no chão quando a árvore está madura o bastante, permitindo que a embarcação de cortiça para quebrar no solo, enquanto o anel de cerâmica fornece um marcador de vida para o falecido - que também é agora uma parte da árvore. O memorial sustentável é um marcador de sua passagem, mas também um lembrete delicado do ciclo de vida.