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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

O que pode reciclar e o que não pode reciclar!

Veja alguns produtos recicláveis e não recicláveis:

 

PAPEL (Recicláveis)


  • papéis de escrever- cadernos, papéis de escritório em geral;

  • papéis de impressão - jornais, revistas;

  • papéis de embalagem - papéis de embrulho em geral, papel de seda, etc.;

  • papéis para fins sanitários - papéis higiênicos, papel toalha, guardanapos, lenços de papel - todos devem estar limpos, sem uso;

  • cartões e cartolinas - caixas de papelão e cartolinas em geral;

  • papéis especiais - papel kraft, papel heliográfico, papel filtrante, papel de desenho.
jornal



PAPEL (Não-recicláveis)

  • papel vegetal;
  • papel celofane,
  • papéis encerados ou impregnados com substâncias impermeáveis; papel-carbono;
  • papéis sanitários usados;
  • papéis sujos, engordurados ou contaminados com alguma substância nociva à saúde;
  • papéis revestidos com algum tipo de parafina ou silicone;
  • fotografias;
  • fitas adesivas e etiquetas adesivas.

papel celofane

 

 

 

PLÁSTICOS (Recicláveis)

  • todos os tipos de embalagens de xampus, detergentes, refrigerantes e outros produtos domésticos;
  • tampas plásticas de recipientes de outros materiais;
  • embalagens de plástico de ovos, frutas e legumes;
  • utensílios plásticos usados, como canetas esferográficas, escovas de dente, baldes, artigos de cozinha, etc.
  • plásticos (tecnicamente conhecidos como termofixos), usados na indústria eletro-eletrônica e na produção de alguns computadores, telefones e eletrodomésticos;
  • isopor
embalagem de frutas

 

 

PLÁSTICOS (Não-recicláveis)

  • plásticos tipo celofane;
  • embalagens plásticas metalizadas, por exemplo, de alguns salgadinhos;
embalagem de salgadinhos


VIDROS (Recicláveis)

  • garrafas de bebida alcoólica e não-alcoólica;
  • frascos em geral ( molhos, condimentos, remédios, perfumes, produtos de limpeza);
  • potes de produtos alimentícios;
  • cacos de qualquer dos produtos acima.

garrafas

 

VIDROS (Não-recicláveis)

  • espelhos;
  • vidros de janelas;
  • vidros de automóveis;
  • lâmpadas,
  • tubos de televisão e válvulas;
  • ampolas de medicamentos,
  • cristal;
  • vidros temperados planos ou de utensílios domésticos.

                                                                                            lâmpadas

 

 

METAIS

Praticamente todos os metais no lixo domiciliar são recicláveis. Você, porém, encontrará mais facilidade em comercializar os resíduos de alumínio (como as latinhas de refrigerante) do que as embalagens de aço.

De qualquer forma, na dúvida, separe primeiramente o lixo seco do úmido, na figura abaixo tem as dicas:






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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Como é feito o papel reciclado?


 
 
 

 A SustentArtEco vai compartilhar com você como é feito o papel reciclado!
 
 
A recolha selectiva do papel







O primeiro passo para a reciclagem deste resíduo consiste na separação correcta dos produtos de papel, de modo a evitar a contaminação por agrafos, clips, elásticos, tintas, entre outros.
 
 
 


A recolha do papel velho pode ser obrigatória ou voluntária.
 
 
A primeira, praticada por hipermercados, editoras, gráficas e instituições estatais, produz melhores qualidades de papel, por este se apresentar pouco contaminado e ser de fácil localização. A recolha voluntária apresenta maiores problemas. Geralmente, este papel apresenta uma maior contaminação, devido à incorrecta separação do material depositado nos papelões.
 
Para melhorar esta separação será necessário um maior investimento em formação, dirigida à sociedade civil. Outras soluções têm vindo a ser ensaiadas em alguns municípios - recolha porta a porta - no sentido de aumentar a eficácia deste processo.

 
 
 
Triagem
 
Após a recolha, o papel é triado, de forma a serem retiradas matérias perigosas para o equipamento ou processo fabril (metais, cordéis, vidros) e matérias impróprias (por exemplo, papéis sulfurizados, encerados ou parafinados). A eficiência desta operação será determinante para a futura formação dos lotes.

 




Classificação
 
A classificação do papel velho é feita em função da sua qualidade, origem e presença de matérias toleradas, de acordo com normas européias.

 


Trituração
 
Esta operação consiste na trituração, em dimensões pré-determinadas, de alguns lotes de papel, como revistas, jornais e aparas.
As operações finais do processo de recolha selectiva correspondem ao enfardamento e à venda do papel velho às unidades fabris de reciclagem de papel, que farão a sua transformação em papel pronto para ser reutilizado.
 
 
 
 
Como o velho vira novo
 
O processo industrial de transformação de papel velho é semelhante ao fabrico de papel virgem, sendo o primeiro menos intensivo.
 
 
A reciclagem do papel é conseguida através do aproveitamento das fibras de celulose existentes nos papéis usados. O papel pode ser fabricado exclusivamente com fibras secundárias (papel 100% reciclado) ou ter a incorporação de pasta para papel. As fibras apenas podem ser recicladas cinco a sete vezes, pelo que a obtenção de papel reciclado por vezes implica adicionar alguma quantidade de pasta de papel virgem para substituir fibras degradadas.

As fases do processo industrial de reciclagem de papel são:
 
. Desagregação ou maceração: mistura do papel velho com água, de modo a enfraquecer as ligações entre as fibras;
 
. Depuração e lavagem: têm como objectivo eliminar os contaminantes; a depuração é feita em crivos e a lavagem através de telas de plástico, em que a dimensão da rede vai diminuindo nas sucessivas fases;
 
. Dispersão: pretende-se, nesta fase, a diminuição em tamanho dos contaminantes existentes. São utilizadas temperaturas de 50ºC a 125ºC para dissolver os contaminantes, que são depois dispersos;
 
. Destintagem: consiste na remoção das partículas de tinta aderentes à superfície das fibras;
 
. Branqueamento: para a maioria dos produtos reciclados, a destintagem é suficiente para obter um grau de brancura adequado; no entanto, para produtos de alta qualidade o grau de brancura das pastas é inferior ao desejado, pelo que é feito ainda um branqueamento, utilizando produtos como lixívia e água oxigenada.
 
 
 
 
 
Depois de feita a pasta, esta dá entrada na máquina de papel, para ser transformada em folhas, que darão origem aos mais variados produtos, como por exemplo guardanapos e papel higiénico.


 
 
Vantagens da reciclagem de papel
 
 As maiores vantagens da reciclagem de papel são a diminuição de detritos sólidos e a economia de recursos naturais.

Veja o exemplo de uma cooperativa de reciclagem de papel na Amazônia:

 
 
 
 
A reciclagem permite libertar espaço nos aterros para outros materiais e produtos não recicláveis.
 
 
 
 
Também a nível energético este processo é benéfico, dado consumir menos água e energia (240 kw/h por tonelada de fibra secundária contra 1000 kw/h por tonelada de fibra virgem).

A nível de resíduos produzidos, as lamas resultantes dos efluentes podem, em alguns casos, ser utilizadas como fertilizantes para a agricultura.
 
 
BibliografiaGominho, J.; Pinto, I.; Pereira, H. (1996) A reciclagem do papel. Revista Florestal. Vol. IX, nº4.

Pinto, I.; Gominho, J.; Pereira, H. (1996) A importância económica da reciclagem do papel.Revista Florestal. Vol. IX, nº2.
 
 
 

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Copos Ecologicamente Incorretos




Um dos produtos que mais poluem é o copo descartável de plástico, usado aos milhões todos os dias. Por serem práticos, higiênicos e baratos eles estão em quase todo lugar: no trabalho, em escolas, festas, consultórios, etc. O seu uso gera muito lixo, o que poderia ser em parte evitado.
 
 
Abaixo estão bons motivos para reduzir o seu consumo de copos descartáveis, ou parar de vez de usá-los.
 
- Os copos plásticos descartáveis podem fazer mal à saúde quando aquecidos. Em contato com líquidos quentes como o café, por exemplo, podem liberar uma grande quantidade de estireno. De acordo com a pesquisa da UFMG, o estireno é tóxico e estudos indicam que pode causar até câncer em altas concentrações. Esses produtos são feitos de poliestireno e podem ser identificados pelo número 6 ou pela inscrição “PS” dentro do símbolo de reciclagem.
 
 
- A reciclagem de copos descartáveis é muito pequena em comparação com a quantidade produzida. Jogá-los no coletor vermelho da coleta seletiva não é garantia de que eles serão reciclados. Poucas associações reciclam copos descartáveis, porque fazem muito volume, têm pouco peso e precisam ser limpos. O processo de reciclagem do plástico consome água, energia e mais plástico. Além disso, geralmente dá origem a produtos de qualidade inferior à original.
 
 
- Geram poluição: além de gerarem CO2 (dióxido de carbono) na produção e no seu transporte, continuam poluindo por muito tempo depois de descartados. Um copo descartável de plástico pode demorar mais de 100 anos para se decompor, de acordo com estimativas. O mar está cheio deles, assim como os bueiros e os rios. O plástico é feito a partir do petróleo, um recurso não-renovável cuja extração é muito impactante.
 
 
- O copo descartável de plástico é um dos produtos que mais geram lixo. Seu uso reduz a vida útil de aterros sanitários e lixões. Muitas empresas enchem caçambas com estes copinhos todos os dias. Algumas pessoas utilizam vários deles em um único dia de trabalho. Será que isso é realmente necessário?
 
 
- Economia: eles custam pouco por unidade, mas como são usados aos milhares, fazem diferença no orçamento das empresas. Muitos escritórios, escolas e academias poderiam economizar dezenas ou até centenas de reais por mês se deixassem de comprar o produto.
 
 
- O seu uso reforça a cultura do desperdício e do “jogar fora”.
 
 
O que cada um pode fazer?
 
- Tenha a sua caneca ou copo de vidro no local de trabalho para tomar água, chá ou café. Incentive os funcionários da sua empresa a usá-los também. A quantidade de água utilizada para lavá-los é menor do que para produzir um novo copo de plástico, que dificilmente será reciclado. Faz uma grande diferença. Isso gera economia para a empresa e reduz os danos para o meio ambiente.
 
 
- É desnecessário gastar um copo descartável a cada vez que for beber água. No entanto, é desaconselhável reutilizá-los muitas vezes, porque concentram bactérias e lavá-los não resolve o problema.
 
 
- Leve a sua própria água. Mas atenção com grande parte dos squeezes e garrafas plásticas, que podem liberar bisfenol A, um desregulador de hormônios. Procure produtos livres de bisfenol A (BPA free) disponíveis no mercado.
 
 
- Peça bebidas em copos de vidro em restaurantes e lanchonetes.
 
- Como opção ao plástico, existem os copos descartáveis de papel que podem ser utilizados em festas e empresas. Porém esses precisam de árvores, água e outros insumos para serem fabricados e carregam os demais impactos da sua produção. fonte:bhaz - ref.Environmental Health Perspectives, Depto. de Química da UFMG.
 
 
Nós da SustentArtEco fornecemos os  copos, talheres e pratos biodegradáveis para a sua Festa, esses não agridem o meio ambiente portanto são ecologicamente corretos!
 
Fique à vontade para perguntar, entre em contato conosco!

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Plantando Convites - Passo a Passo!


O destino do seu convite não será mais ficar guardado para sempre numa caixa de sapatos.
 
Que tal se o seu convidado pudesse ter em casa um lindo vaso com flor ou beber um chá do seu convite?
 
Então vamos ao passo a passo do nosso Convite feito com Papel Semente:
 
 
 
 
1. Pique o papel semente.
2. Molhe o papel.
3. Coloque-o gentilmente em um vaso com terra fértil.
4. Cubra-o com uma fina camada de terra, de 0,5 a 1cm.
5. Regue diariamente a terra.
6. Em cerca de 20 dias, a semente germinará e deve ser cuidada como uma plantinha.
7. Em 120 a 150 dias, crescerá  a plantinha!
 
Gostou? Curta essa ideia!

Vai fazer uma Festa?








Dos tradicionais balões e pratinhos descartáveis à música amplificada, cada etapa da preparação de festas já foi alcançada pelas novidades ecoeficientes e agora já é possível animar uma festa com biodegradáveis, reciclados e recicláveis sem perder o brilho de uma verdadeira comemoração.
 
 
Sabe aquela frase: “Vamos festejar como se não houvesse amanhã”? Hoje, é provada a sua total incoerência com o contexto social, ecológico e econômico e já é considerada ultrapassada até pelos mais despreocupados.

 
 
Vamos compartilhar na SustentArtEco um guia preparado pela  ECOD  revelando dicas de comemorações mais conscientes e menos agressivas para o planeta.
 
 
 
1. Preparativos

Não importa qual é a data a ser celebrada ou o tema que você deseja usar na sua festa: é fato que ela poderá se encaixar em moldes mais sustentáveis. Antes de se preparar para a organização da festa, tenha em mente que sua intenção é se divertir sem pegar pesado com a sua pegada sobre a Terra. Para isso, se planeje: faça listas de produtos e serviços, pontue os possíveis locais onde irá encontrar o que precisa e peça a indicação de amigos quanto às opções de melhor preço e qualidade. Além de poupar tempo, com os planos postos em um papel com antecedência você irá poupar dinheiro e a quantidade de combustível queimado para rodar atrás dos produtos.





 

2. Decoração
 
É bem verdade que ao pensarmos em diminuir a nossa pegada o principal fator é a redução do nosso consumo, e se tratando de decorações e enfeites não é diferente. Apesar disso, boas opções de artigos de artesanato, reutilizados ou recicláveis podem ajudar a dar aquele brilho extra na produção da festa.
 








 
* Esqueça os descartáveis
 
Opte por talheres, pratos e vasilhas de material reutilizável como porcelanas, alumínio e vidro. Uma novidade que também pode entrar na festa são os talheres, pratos e copos biodegradáveis. Quanto aos guardanapos, não é novidade que os feitos de tecidos, mesmo que precisem ser lavados, ainda é a melhor opção.
 

 
* Enfeites artesanais ou reciclados
 
Na hora de decorar a festa, evite – novamente – o uso do plástico e também do isopor (que tem degradação demorada). Uma decoração feita com artigos artesanais ou reciclados dá um toque especial à festa. Se não tiver tempo de soltar a criatividade e transformar latinhas de leite em potinhos de mesa, você pode encomendar as confecções, como cestas de palha natural e toalhas de mesa de tecido reaproveitado, de organizações não-governamentais, cooperativas ou de pequenos comércios locais que trabalham com produtos feitos a mão.

 
 
* Cadeiras e mesas
 
Se até este ponto você conseguiu evitar o uso de plástico, aqui fica um pouco mais difícil, é verdade. Para quem não aluga um espaço com cadeiras e mesas de madeira ou metal, a facilidade destes objetos em plástico é uma realidade. E o que fazer? Para quem quer ir além no assunto “festa sustentável”, a dica é ir em busca das cadeiras e bancos feitos de papelão reciclado, que já têm lugar marcado em eventos deste tipo.
 
 
Outra ideia são os pufes e poltronas feitos com garrafas PET – super modernos e sustentáveis! Caso todas as sugestões sejam inviáveis, o ideal é que o material seja alugado, para que mais itens do tipo não precisem ser comprados ou confeccionados. Almofadas coloridas ou mantas jogadas por cima das cadeiras podem deixar a peça mais descontraída para quem não quer cair no branco “básicão”.
 
 
 
* Luzes
 
A gente sabe que na pista de dança, o globo de luzes é o “astro-rei”, mas o semelhante “globo de espelhos” não gasta energia e sua produção não gasta tantos recursos naturais como a do seu concorrente luminoso. Fora da pista, as luzes dos outros ambientes podem ser repensadas: lâmpadas fluorescentes ou LEDs são as opções mais indicadas, assim como as velas, que mesmo com menor potencial de iluminação, podem criar um clima intimista e aconchegante ao lugar. Uma dica é utilizá-las dentro de pequenos saquinhos de papel (como aqueles de colocar pipoca ou mesmo famosos sacos de pão), assim, a luz é um pouco mais ampliada no espaço.

Caso a sua festa seja grande, é possível pensar até mesmo em patrocínio de uma empresa de energia alternativa para alimentar todo o brilho da sua comemoração.



 
 
 
3. Comes e Bebes
 
Restaurantes e alimentos locais podem ser um grande diferencial na sua festa. Além de serem saborosos e ponto em comum no gosto da maioria das pessoas que irão frequentá-la, a sua iniciativa ao adotar comidas e bebidas oriundas da atividade local irá contribuir com o crescimento da população a sua volta, ou seja, além de se divertir, você irá promover o desenvolvimento local com uma simples atitude. Tá bom ou quer mais? Para quem desafiou o “mais”, aqui vai: atualmente, buffets estão se especializando em jantares e almoços feitos somente com comidas vegetarianas ou com alimentos orgânicos.
 

 
Entretanto, estes serviços costumam ser um pouco mais caros e uma boa dica é procurar se informar a respeito das frutas da estação, e na hora de fazer a escolha dos pratos, acompanhamentos e frutas, opte por elas – que podem vir tanto da agricultura local como da fazenda do seu avô ou daquele seu amigo do interior do estado.

 
Na hora de preparar o menu, dê atenção também ao tipo de festa, por exemplo, para as mais dançantes, um cardápio “refrescante” com frutas, pratos coloridos e alimentos leves pode ser a melhor opção.
 
Ah! Outro detalhe importante é a água que será servida na festa: dê preferência a água em garrafas de vidro, que podem ser enchidas no próprio filtro de casa (para não esquecer a operação “plástico zero”).

 
 
4. Lembrancinhas
 
Não é só em festa de criança que há o costume de se presentear os convidados com alguma lembrança, mas a festa da garotada merece atenção redobrada! É nessa hora que é preciso pensar no que você está passando para as crianças, e para isso, quem quer fazer uma festa sustentável tem divertidas opções. Presenteando com plantas locais ou doces regionais, é possível transformar o momento de descontração e brincadeira em um grande aprendizado, tanto para os pequenos como para quem os acompanha.
 
 
Uma outra formar de se alcançar essa sensibilização pode ser promovendo uma diferente atividade: cada pequeno convidado pode ser motivado a criar o seu próprio presentinho durante a festa, cabendo ao aniversariante ceder as sucatas, materias reutilizáveis e de decoração, como tintas e papéis, além de oferecer um suporte humano, que pode ser um adulto ou mesmo um profissional que trabalhe com o reaproveitamento.
 
 
Além de lúdico-educativa, a “bagunça-organizada” com os materiais será uma experiência inesquecível para a meninada, que ao invés de criar mais resíduos, contribuirá com a redução de lixo.
 




 
5.Convites
 
Os convites são como pedacinho de papel que lhe representam: vão até a casa de seus amigos e os convidam para entrar na sua “onda”. Desde o primeiro momento, é interessante mostrar para eles o seu cuidado em fazer daquela confraternização uma festa sustentável.
 
 
A melhor opção é substituí-los por convites virtuais (reduzindo o gasto de recursos naturais e papel), mas como sempre estamos com um pé atrás com a internet e a capacidade da caixa de email de nossos amigos, nem todo mundo prefere arriscar.

Nesse caso, dê preferência ao papel reciclado ou papel semente e preste atenção a entrega daquele convite – se a festa for para um grande número de pessoas e você não conseguir dar conta, os convites podem ser preparados e entregues por alguém especializado (recomendo a SustentArtEco)








 
6. Ventilação
 
Nesse caso, menos nunca é mais: quanto mais arejado é o local, maior é a satisfação de quem por ali circula. Verdade que nem todas as mulheres gostam daquela ventania bagunçando os penteados e levantando os vestidos, mas não há nada igual ao ar fresco.

Quando for escolher o lugar onde será realizada a sua comemoração, repare se o vento natural pode ser aproveitado, reduzindo o custo com ventilação artificial e deixando o clima ainda mais agradável.





 
7.Música
 
Festa pequena, amigos próximos e uma pergunta: porque aquele monte de caixas de som? É de se repensar, concorda?

Se a festa for um pouco maior, evite os microfones e tente usar instrumentos elétricos, afinal, por já terem amplificação, dispensam o uso de mais um cabo e microfone ligados à tomada. Para quem quer apostar no mais sustentável, a música orgânica é a melhor: instrumentos acústicos e percussão deixam a festa mais intimista – ideal para aproveitar o momento, conversar e curtir as novidades sustentáveis da celebração.









 
8. Flores
 
Se quiser flores na decoração, pondere: é realmente necessário encomendar meia dúzia daquela flor exótica, que tem as cores do seu tapete mas que vem de um país distante e precisará de 7 vôos para chegar até a sua sala de estar?

Pois é, guardados os exageros, vale a pena investir em flores do próprio quintal ou da sua região, sem esquecer de não agredir o ecossistema no qual elas estão inseridas ou de procurar saber o tipo de plantação a qual foram submetidas (como o uso de agrotóxicos ou o cultivo em áreas de preservação).





 
 
 
9. Resíduos
 
Para facilitar, disponibilize pelo local coletores de lixo diferenciados pelas cores da coleta seletiva e incentive os seus convidados a utilizá-los corretamente.
 
Ainda assim, reduzir o uso de descartáveis ao mínimo possível e optar por embalagens biodegradáveis nem sempre resolve o problema da quantidade de lixo “pós-festa”. Os excessos de salgadinhos e comidas fazem parte destes resíduos e não devem ser simplesmente jogados fora. Uma iniciativa da organização Alberta Ecotrust, em um de seus eventos, foi separar estes excessos e distribuí-los gratuitamente em instituições carentes e abrigos.


 
 
  
Pronto! Festa limpa, do começo ao fim, você poderá descansar sossegado, sabendo que promoveu uma celebração sadia das comidas às fontes de energia, sem perder a originalidade de uma das melhores tendências contemporâneas: se divertir sem agredir o planeta e os que estão a sua volta.
 
 
Detalhes que fazem diferença
Quando você pensa que nada escapou ao seu olhar “eco” e que tudo a sua volta parece ser sustentável, eis que surge aquele detalhe que fará a diferença.
 
Festas sustentáveis são cheias de personalidade e originalidade, além de deixar um bom exemplo para os convidados, vão deixar a sua consciência mais leves e os latões de lixo mais vazios!

 
 
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